True – Spandau Ballet

Um clássico, que tem um arranjo que me encanta de verdade.

A guitarra, o piano, o contrabaixo e a harmonização vocal, são sensacionais! Eu adoro demais!

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Reginaldo Rossi – Eu acho que vou chorar

Um clássico daquele que pode ser considerado o lado B (que pra mim, todo lado B de qualquer artista é sempre o melhor lado), desse grande gênio incompreendido da nossa música popular brasileira: Reginaldo Rossi.

Nota do Editor: Eu sei que essa música é uma versão, porém na minha memória está marcada, gravada, registrada essa com Reginaldo. Podem deixar os links da original nos comentários.

Simplesmente sensacional.

Cigano – Terezinha de Jesus (Fagner)

Bela versão dessa linda canção de Raimundo Fagner.

Música essa que trata de uma das maiores ironias da vida: A hora da morte!

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Uma reflexão sobre o “Silêncio” (Lulu Santos, Catedral e Novo Som)

No geral o ser humano, costuma sempre tomar as decisões erradas: Fala na hora de calar e cala na hora que deveria se manifestar.

Esse post é quase uma ode ao silêncio, porém para ilustrar a frase anterior, cito como exemplo aquele ditado: Pior que o grito dos sei lá o que, é o silêncio de quem também não sei. Em resumo, é quando você se cala diante de uma injustiça, quando não se indigna, quando aquilo não mexe com você. Mas enfim, não é sobre isso que vim falar.

A primeira canção que trago, tem o silêncio como seu ponto mais reflexivo e trata da dualidade das coisas:

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Bem Leve – Marisa Monte (uma reflexão que provavelmente você não fez)

Uma música linda e cheia de brasilidade, que dá margem a uma interpretação que poucas pessoas se permitem fazer. Em parte pela levada, o ritmo, a sonoridade, etc.. tudo nos afasta, nos desvia do que possa vir a ser a intenção do autor ao compor.

Sugiro ouvir primeiro, depois acompanhar meu raciocínio.

Então… vou falar.

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Hazard – Richard Marx (tradução)

Um grande clássico dos anos 80, daqueles com aquelas histórias bem interessantes que só os anos 80 transcreviam para música.

Essa música é como se fosse o roteiro de um filme, cheio de reviravoltas.

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Perdidos em Abbey Road – 14 Bis

“E os meus amigos, dispersos pelo mundo,
A gente não se encontra mais para cantar aquelas canções
que disparavam nossos corações…”

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Strangelove – Depeche Mode

Esses caras fizeram muito a cabeça de toda uma geração, tocando muito nas rádios e em todos os “bailes” da época… saudosa lembrança!

Anjo Avesso – Alceu Valença (Álbum completo)

Um dos discos mais emblemáticos da música brasileira e em particular, pra mim, da discografia desse gênio chamado Alceu Valença. Um disco maravilhoso – maravilhoso mesmo – do início ao fim.

Novo Apelo de Willian Lee

Simplesmente lamentável chegar a esse ponto.

(eu aqui na correria, nem tempo para redigir um post do jeito que mereceria o tema, nem isso estou tendo tempo de fazer…)

Apelo: Ajudem William Lee!

Se você puder ajudar, ajude!

Dados Bancários:
Banco: Itaú
Agencia: 0176
Conta Corrente: 06251-1
Titular: Saionara Soares da Silva
CPF: 186711258-23

Copo Vazio – Pai da Preta Gil, Vulgo Gilberto Gil

Uma música que dispensaria apresentações, mas tendo em vista o público mais novo que também costuma acessar esse humilde espaço, em respeito e consideração a esses leitores, teço pequeno comentário.

Gilberto Gil 1973Para começo de conversa, essa gravação de 1974 é uma das melhores já feitas. Ao contrário do que muitos pensam a música é sim do Pai da Preta Gil e não de Chico Buarque. Chico por sinal a regravou brindando-nos com uma versão ainda mais melancólica, porém não menos linda. Mas eu particularmente gosto mais dessa versão, primeiro porque adoro voz e violão de Gil e tem a particularidade dele não gostar de cantar músicas como Cálice (e não canta mesmo) e essa inclusive é uma das canções que ele nem cita. Não sei, vá entender. São composições que ele não gosta de lembrar que compôs. Mas em 1974, ele gravou num show ao vivo e o resultado é esse: Fenomenal execução da canção!

É sempre bom lembrar
Que um copo vazio
Está cheio de ar

É sempre bom lembrar
Que o ar sombrio de um rosto
Está cheio de um ar vazio
Vazio daquilo que no ar do copo
Ocupa um lugar

É sempre bom lembrar
Guardar de cor
Que o ar vazio de um rosto sombrio
Está cheio de dor

É sempre bom lembrar
Que um copo vazio
Está cheio de ar

Que o ar no copo ocupa o lugar do vinho
Que o vinho busca ocupar o lugar da dor
Que a dor ocupa a metade da verdade
A verdadeira natureza interior
Uma metade cheia, uma metade vazia
Uma metade tristeza, uma metade alegria
A magia da verdade inteira, todo poderoso amor
A magia da verdade inteira, todo poderoso amor

É sempre bom lembrar
Que um copo vazio
Está cheio de ar

Reunited – Peaches & Herb

Porque Brigamos – Diana e Bárbara Eugênio

Encontro de gerações. *__*

Maio – Kid Abelha

A grande Paulinha (olha a intimidade!! rs) Toller, que além do talento vocal inegável, me intriga profundamente pelo fato de parecer não envelhecer. Sempre linda e exuberante, há mais de 30 anos, cantando um de seus grandes sucessos, que hoje, pela proximidade com o final do referido mês na canção.. bem, chega de papo, a música é auto-explicativa.

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